Saiu hoje o relatório do Canadian Index Wellbeing que revela que a qualidade de vida dos canadenses está em declínio. Eu diria que ela não está em declínio, mas sim declinou nos últimos dois anos pesquisados. A pesquisa mostra que enquanto o PIB canadense cresceu 28,9% nos últimos 17 anos, a qualidade de vida só aumentou 5,7%. O interessante é que ao divulgar os dados coletados eles propoem ao leitor uma indagação sobre o futuro do país e porque o aumento do bem estar social não segue o mesmo ritmo do crescimento econômico.
"In these uncertain times, we are fortunate to live in a country where we still have choices about how we want the future to look. Each of us has the power to voice – or not – our choices about the kind of society in which we want to live. The CIW provides a depth of understanding that can help steer Canada forward and build a society that responds to the global call for greater fairness. We challenge you to start talking about the future you want, so that all Canadians can enjoy the highest possible wellbeing status."
https://uwaterloo.ca/canadian-index-wellbeing/
Quer ler na íntegra? Clique aqui.
How are Canadians really doing? - The 2012 CIW report (PDF)
Bisous!
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terça-feira, 23 de outubro de 2012
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Vergonha de ser canadense ou vergonha de ser humano?
![]() |
| colagem de Joana Cocarelli |
E dando minha zapeada diária pela internet achei a matéria abaixo onde li "I apologize in advance, but I'm from Canada."
At Rio+20, I find myself ashamed of being Canadian
By Leehi Yona, Special to The Gazette June 21, 2012
Rio de Janeiro – “I apologize in advance, but I’m from Canada.”
That’s the way I’ve been introducing myself in recent days at the Rio+20 United Nations Conference on Sustainable Development. I am greeted with pity.
It is with a heavy heart that I find myself feeling – along with several other youth and non-governmental-organization delegates here at the conference – ashamed to call myself Canadian.
The pride I wish I had for my country has vanished among repeated failures on the part of Canada to play an active role in climate negotiations.
At the last Conference of the Parties (the United Nations Conference on Climate Change), held in Durban, South Africa, in 2011, Canada won so many “Fossil of the Day” awards that it was given a Lifetime Achievement Award.
Now, in Brazil, Canada is again in the international spotlight for all the wrong reasons.
On Sunday, Premier Jean Charest presented his Plan Nord – a “new global model for sustainable development,” as he called it. He talked about the social and environmental benefits of exploiting the natural resources of an area of boreal forest the size of France.
Is this, as the Rio+20 slogan goes, “the future we want for ourselves and for our children”?
Is this the direction our society is headed? Where is the realization that our resources are finite and need to be protected?
Our negotiators on the international stage have the power to change the way we manage the environment in order to protect it. Yet the Canada I see now is a Canada that has no intention of progressing in terms of environmental issues.
Instead, I see myself living in a country that is regressing, withdrawing from its previous commitments and subsidizing polluting industries such as the oilsands to the tune of billions, all the while cutting environmental programs.
One may argue that economic development is needed to avert an economic crisis. But what about our growing global environmental crisis? As a young adult, I am beginning to get the sense that our elected officials are not representing our best long-term interests and are not caring for the well-being of our country and the global environment beyond the next election.
As a community organizer and environmental advocate, I dedicate most of my free time toward making our world a better place in which to live. But where is the leadership at the governmental level?
Our leaders need to realize that the time to act is now, and that if nothing is done, this Rio+20 conference will go down in history as a failure.
Climate change is not an issue that can be dealt with sometime later.
I sincerely hope I can be proud to call myself a Canadian again, although I somehow cannot bring myself to believe that this will be anytime soon.
Leehi Yonaof Dollard des Ormeaux is a student at Marianopolis College and a youth delegate at this week’s United Nations Rio+20 United Nations Conference on Sustainable Development.
© Copyright (c) The Montreal Gazette
Após a leitura fiquei pensando: será que os canadenses são os únicos que precisam se desculpar? Ou é o mundo todo que está em falta com o meio ambiente? Será que o problema são os políticos? Mas quem elege os políticos?
Talvez eu escrevesse: I apologize in advance, but I'm human. And despite everything I've been done so far, I'm willing to change my attitude towards a better world for me, for us and for the future generations.
Bisous!
sábado, 4 de fevereiro de 2012
A cidade das bicicletas
Estou sem paciência para escrever hoje, mas gostaria muito de compartilhar uma matéria do site Cidades para Pessoas sobre o meio de transporte mais comum em Copenhage: as bicicletas.
Se você também acha que está mais do que na hora das cidades do mundo encontrarem soluções para os crescentes problemas do trânsito e poluição (principalmente) vale a pena dar uma olhada não apenas nessa matéria mas em todo o conteúdo do site!
Bisous!
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Se continuar assim eu fico de mal.
Algumas pessoas do meu entourage (ou todas elas) não aguentam mais me ouvir falar do Canadá. Aí, pra me encherem o saco, toda vez que aparece uma notícia ruim logo em seguida eles soltam: "ah, mas no Canadá isso não acontece. Lá é tudo perfeito".
Então meus amigos, esse post é pra vocês. A prova de que no Canadá não é tudo perfeito (em dose dupla, ou melhor, tripla - vide meu PS).
Canadá escorrega de novo no ranking global de corrupção
O Transparency International faz todo ano uma pesquisa que mostra a percepção de corrupção em diversos países ao redor do mundo. Em 2010 o Canadá ocupou a 6° colocação como menos corrupto, assunto tratado nesse post. Mas esse ano ele andou muito desleixado e caiu para 10° lugar, com um total de 8,7 pontos (contra 8,9 do ano passado). Já o Brasil melhorou seu score, subindo 0,1 para 3,8 pontos. Mas mesmo assim caiu na classificação, de 69° para 73°.
Canadá abandona Protocolo de Kyoto
Uma vergonha... shame on you, Harper! Também, o que mais eu poderia esperar desse partido conservador?
PS: eu já ia me esquecendo... pode acrescentar à lista de defeitos canadenses o Justin Bieber.
Bisous!
Então meus amigos, esse post é pra vocês. A prova de que no Canadá não é tudo perfeito (em dose dupla, ou melhor, tripla - vide meu PS).
Canadá escorrega de novo no ranking global de corrupção
O Transparency International faz todo ano uma pesquisa que mostra a percepção de corrupção em diversos países ao redor do mundo. Em 2010 o Canadá ocupou a 6° colocação como menos corrupto, assunto tratado nesse post. Mas esse ano ele andou muito desleixado e caiu para 10° lugar, com um total de 8,7 pontos (contra 8,9 do ano passado). Já o Brasil melhorou seu score, subindo 0,1 para 3,8 pontos. Mas mesmo assim caiu na classificação, de 69° para 73°.
Canadá abandona Protocolo de Kyoto
Uma vergonha... shame on you, Harper! Também, o que mais eu poderia esperar desse partido conservador?
PS: eu já ia me esquecendo... pode acrescentar à lista de defeitos canadenses o Justin Bieber.
Bisous!
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Vai um rolé de ski ai?
O inverno chegou e você não vai conseguir subir a montanha pra esquiar esse fds? Sem problemas... oubliez le ski de fond ou le ski alpin. Pegue suas tralhas e vá praticar o ski urbain!
Esse cara aí do filme é o quebeca JP Auclair nas ruas de Trail em British Columbia. Fiquei pensando: no verão, le parkour, no inverno, ski urbain. Radical suficiente pra você? Eu por enquanto só pago pau. Quem sabe um dia eu me arrisco a sair da frente do computador...
Ah, e antes que eu me esqueça, isso faz parte do documentário All.I.Can, uma jornada exploratória que compara os desafios do esqui com os das mudanças climáticas mundiais. Filmado em 6 continentes em 2 anos, os melhores esquiadores do mundo executam performances inspiradoras enquanto uma fotografia inovadora expande nossa visão do mundo natural. Ainda não vi o filme, mas definitivamente após esse trailer eu vou correndo assistir.
Bisous!
Esse cara aí do filme é o quebeca JP Auclair nas ruas de Trail em British Columbia. Fiquei pensando: no verão, le parkour, no inverno, ski urbain. Radical suficiente pra você? Eu por enquanto só pago pau. Quem sabe um dia eu me arrisco a sair da frente do computador...
Ah, e antes que eu me esqueça, isso faz parte do documentário All.I.Can, uma jornada exploratória que compara os desafios do esqui com os das mudanças climáticas mundiais. Filmado em 6 continentes em 2 anos, os melhores esquiadores do mundo executam performances inspiradoras enquanto uma fotografia inovadora expande nossa visão do mundo natural. Ainda não vi o filme, mas definitivamente após esse trailer eu vou correndo assistir.
Bisous!
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Porque eu gostei de lá.
Hoje fiquei pensando em postar motivos do porque eu quero ir pro Canadá. Não é simplesmente porque eu não gosto muito do Brasil. É porque eu realmente gostei de lá. Então eu resolvi listar alguns motivos que me fazer acreditar que tudo valerá à pena:
1. Vou poder ter uma vida decente sem ter que me matar de trabalhar. Esse é um dos motivos número 1 que me levam a imigrar. Não posso reclamar da vida que eu tenho no Brasil. Sempre tive tudo o que precisei (não tudo o que quis), mas sempre ao custo de muito trabalho. Primeiro trabalho dos meus pais que fizeram o possível e impossível para nos dar uma vida confortável, porém sem luxo. Eles deram a mim e minhas irmãs todas as condições para estudarmos e termos ferramentas para seguir adiante com nossos próprios pés. Agradeço muito a eles. Depois meu próprio trabalho, pois mesmo estando muitas e muitas vezes cansada num nível extremo, estressada e querendo fugir, eu sempre lutei e trabalhei para comprar as minhas coisas, guardar as economias, e depois de formada nunca mais ter que pedir dinheiro pra ninguém. Se eu tenho, eu compro, se eu não tenho, paciência. Ninguém tem que arcar com as minhas vontades. Porém nos últimos anos eu tenho visto que está cada vez mais difícil viver no Brasil. Mesmo trabalhando todo santo dia, fazendo economia, não gastando com futilidade, o dinheiro não sobra. Tudo está muito caro. Explodindo. E além de pagar uma carga tributária pesada, ainda temos que pagar por fora plano de saúde, escolas, pedágios caríssimos nas estradas, bom, vocês bem sabem. Hoje eu sou solteira, mas e quando eu quiser ter a minha família? Como vou sustentar meus filhos desse jeito? Eu não quero ser rica (mentira, não ia fazer mal ser rica não, hahahaha), só quero ter uma vida decente, confortável, sem que pra isso eu tenha que trabalhar 60 horas por semana e chegar em casa só pra dormir. Quero trabalhar sim, mas ter tempo pra descansar, me divertir, estar com os amigos, a família (futura), ter tempo pra mim, enfim, quero mais QUALIDADE DE VIDA (as três palavrinhas mágicas de todo imigrante).
2. Adoro falar outra língua. Sempre fui apaixonada por línguas. E em Montréal eu ainda terei a oportunidade de falar 3: francês, inglês e português. Isso sem contar no portuñol que também rola muito por lá. E esse jeitinho montréalais de misturar o inglês no meio do francês é total a minha cara!
4. Minha casa não vai ter grades nas janelas. Vou poder andar sozinha na rua sem medo e viver minha vida livre dessa nóia da violência.
5. Vou estar num lugar onde as pessoas não se ocupam (ou se ocupam muito menos) em falar da vida alheia. Lá ninguém ta nem aí se eu to usando camisa xadrez com saia listrada, sapato verde limão e bolsa laranja. Ninguém liga se eu não fiz minhas unhas e se meu cabelo ta horroroso. Ninguém se incomoda se eu saio com fulano, sou amiga de beltrano e freqüento lugares esquisitos. Afinal, quem paga minhas contas sou eu, não é mesmo?
6. Vou ter amigos dos quatro cantos de mundo e poder conhecer mais a fundo outras culturas. Isso me fascina. Adoro saber como as coisas são em outros países, as formas de pensar, de agir, como é a cultura, a religião, a arte, a sociedade em geral.
7. Terei o MoMA e o Met a 600km de distância da porta de casa. Ok, ok, confesso que meu museu favorito no mundo (so far) é o Van Gogh Museum, mas convenhamos: o acervo desses dois aí é pra ninguém botar defeito. Assim vou poder aproveitar um ou outro feriado prolongado pra fazer umas comprinhas em NY e conferir as últimas exposições.
8. Vou poder deixar o carro estacionado por muito mais tempo. Ultimamente eu ando evitando andar de carro. Tenho ido para o trabalho a pé, sempre que dá pego carona, e só não comprei uma bike porque estou no plano “desapego” e minha meta é não comprar nada que não seja mega essencial. Talvez eu compre um carro no Canadá, ainda não sei... depois que eu passar o primeiro inverno eu resolvo. Mas com ou sem carro, o fato é que vou tentar usar o transporte público o máximo possível. Além de bem mais barato, é muito mais ecológico. E como lá o transporte público funciona, temos que fazer uso dele sim. Sei que há seus inconvenientes, mas temos que tentar pensar mais no coletivo e sermos menos individualistas. Aliás, cada vez mais eu penso nisso. Se todos pensassem mais na coletividade e adotassem atitudes menos egoístas, o mundo seria um lugar muito melhor.
9. Vou fazer snowboarding no meu quintal. Eu nunca esquiei na vida. Snowboarding muito menos. Mas desde que eu vi pela primeira vez o X-Games de inverno na ESPN fiquei louca pra praticar esses esportes. Quando eu estive no Canadá ano passado não rolou. Só deu pra patinar no gelo (minha primeira vez, by the way) e tudo o que eu posso dizer é que eu morro de medo de cair. Tombo eu não levei, mas só porque eu mal saia da borda do ringue. Mas eu sempre fico pensando que cair na neve deve doer menos que no gelo, hahahaha. Fato é que eu vou aproveitar o inverno e vou aprender snowboarding. Nem que demore anos e anos, eu vou conseguir. Afinal, depois de todo chocolate quente que eu sei que vou consumir no inverno, tenho que arranjar um jeito de queimar as calorias adquiridas.
10. Vou viver numa democracia que realmente funciona e numa cidade que mescla a cultura européia com a praticidade e tecnologia americanas. É como se eu tivesse o melhor de dois mundos em um só lugar. Quando eu estava começando minhas pesquisas sobre mudar de país eu não tinha pensado no Canadá. Foi minha irmã que o mencionou e assim que eu googuei Montréal eu me encantei com o que li e vi.
“Montréal é considerada a cidade mais européia da América do Norte. Possui uma das populações mais bem educadas do mundo, com a maior concentração de estudantes universitários per capita de toda América do Norte. A cidade tem quatro universidades e 12 faculdades. É um centro da indústria de alta tecnologia e uma das cidades mais seguras do continente americano.” (fonte Wikipedia)
E a partir daquele momento soube que meu lugar no mundo poderia ser lá.
Espero que você, se ainda não encontrou o seu, encontre-o também! Bonne chance!
Bisous!
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Earth from Above
No último post eu mencionei o Yann Arthus-Bertrand mas não falei dele. Fotógrafo, jornalista e ambientalista francês, ele é conhecido mundialmente por suas fotos aéreas do planeta inteiro. Eu conheci seu trabalho há pouco tempo e me apaixonei de cara. Suas fotos são poesia em imagem. Recomendo muito pra qualquer pessoa que tenha o mínimo de bom gosto.
Ele andou por todo a Terra clicando as mais diversas paisagens, sempre de cima. Além de toda a exuberância e riqueza de imagens, seu trabalho ainda nos dá a dimensão de como o planeta é desigual, com tantos lugares extremamente pobres e outros que esbanjam a fortuna que tem, nos mostra como o homem está lentamente (ou não) destruindo seu habitat e nos hipnotiza com suas imagens delirantes, nos impondo uma reflexão do quão diferente somos uns dos outros e o que isso traz de bom e ruim para nós.
Além das fotos, que podem ser vistas e baixadas no seu site, ele também está envolvido com outros projetos como a série documental "Vu du ciel"/"Earth from Above" e o filme "Home" (que pode ser assistido gratuitamente clicando aqui). Eu tenho visto alguns episódios de Earth from Above (passa no Globosat HD e infelizmente é difícil de achar na internet) e tenho adorado. O programa faz uma investigação sem concessões sobre nosso modo de vida. Yann e sua equipe rodaram o mundo todo abordando temas relacionados ao meio-ambiente, focando na informação e educação das pessoas como ferramenta chave para começarmos a construir um planeta mais sustentável. Além dos temas super relevantes, há muita informação interessante, sempre combinada com imagens fabulosas, que nos deixam boquiabertos. No meu caso fico na maioria das vezes mais boquiaberta pelos dados chocantes expostos no programa do que pelas imagens que são incontestavelmente de tirar o fôlego.
Ainda não assisti Home, mas pelo trailer deu pra ver que segue a mesma linha de Earth from Above. Quem não puder assistir este, não deixe de ver aquele. E eu não resisti e resolvi enfeitar o blog...
Bisous!
Ele andou por todo a Terra clicando as mais diversas paisagens, sempre de cima. Além de toda a exuberância e riqueza de imagens, seu trabalho ainda nos dá a dimensão de como o planeta é desigual, com tantos lugares extremamente pobres e outros que esbanjam a fortuna que tem, nos mostra como o homem está lentamente (ou não) destruindo seu habitat e nos hipnotiza com suas imagens delirantes, nos impondo uma reflexão do quão diferente somos uns dos outros e o que isso traz de bom e ruim para nós.
Além das fotos, que podem ser vistas e baixadas no seu site, ele também está envolvido com outros projetos como a série documental "Vu du ciel"/"Earth from Above" e o filme "Home" (que pode ser assistido gratuitamente clicando aqui). Eu tenho visto alguns episódios de Earth from Above (passa no Globosat HD e infelizmente é difícil de achar na internet) e tenho adorado. O programa faz uma investigação sem concessões sobre nosso modo de vida. Yann e sua equipe rodaram o mundo todo abordando temas relacionados ao meio-ambiente, focando na informação e educação das pessoas como ferramenta chave para começarmos a construir um planeta mais sustentável. Além dos temas super relevantes, há muita informação interessante, sempre combinada com imagens fabulosas, que nos deixam boquiabertos. No meu caso fico na maioria das vezes mais boquiaberta pelos dados chocantes expostos no programa do que pelas imagens que são incontestavelmente de tirar o fôlego.
Ainda não assisti Home, mas pelo trailer deu pra ver que segue a mesma linha de Earth from Above. Quem não puder assistir este, não deixe de ver aquele. E eu não resisti e resolvi enfeitar o blog...
Bisous!
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Recyc-Frigo
Ontem fiquei sabendo de um programa super interessante patrocinado pela Hydro-Québec, o Recyc-Frigo. Trata-se de um programa para reciclar as velhas geladeiras do Québec. Qualquer pessoa física que tenha uma geladeira de mais de 10 anos, que funcione e que esteja em local acessível para sua retirada pode participar. Você liga pra eles, eles vão até sua casa, retiram o equipamento e o levam até um depósito onde a geladeira será toda reciclada. E ainda te pagam 30 dólares (antigamente era $60). Até agora foram cerca de 340 mil eletrodomésticos recuparados.
O programa visa não só baixar o consumo de energia (uma geladeira de mais de 10 anos consome 4,8 vezes mais energia que uma nova) mas também fazer o descarte correto desse eletrodoméstico. Muitas pessoas trocam suas geladeiras e não sabem o que fazer com a antiga. Esses equipamentos quando não reutilizados podem acabar indo para lixões e seu descarte inapropriado contribui enormemente para a destruição da camada de ozônio (lembram do CFC das geladeiras?). O Recyc-Frigo recicla 95% de todo material proveniente da geladeira e dá o descarte correto para cada um deles, minimizando assim o impato ambiental.
A Hydro-Québec continuará com o programa só até o fim desse ano, mas tomara que daqui uns cinco anos ele volte e fique por mais um bom tempo. A preocupação com o meio ambiente nunca pode ser deixada de lado!
Bisous!
O programa visa não só baixar o consumo de energia (uma geladeira de mais de 10 anos consome 4,8 vezes mais energia que uma nova) mas também fazer o descarte correto desse eletrodoméstico. Muitas pessoas trocam suas geladeiras e não sabem o que fazer com a antiga. Esses equipamentos quando não reutilizados podem acabar indo para lixões e seu descarte inapropriado contribui enormemente para a destruição da camada de ozônio (lembram do CFC das geladeiras?). O Recyc-Frigo recicla 95% de todo material proveniente da geladeira e dá o descarte correto para cada um deles, minimizando assim o impato ambiental.
A Hydro-Québec continuará com o programa só até o fim desse ano, mas tomara que daqui uns cinco anos ele volte e fique por mais um bom tempo. A preocupação com o meio ambiente nunca pode ser deixada de lado!
Bisous!
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