Todo dia quando abro meu computador vejo uma foto nova do projeto La Terre vue du ciel do fotógrafo Yann Arthus Bertrand. E hoje era uma foto das florestas da região de Charlevoix no Québec durante o outono. Não resisti e tive que postar.
O Canadá é muito lindo!!!
PS: Pra quem interessar neste post tem mais informações sobre La Terre vue du ciel.
Bisous!
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sexta-feira, 16 de novembro de 2012
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Earth from Above
No último post eu mencionei o Yann Arthus-Bertrand mas não falei dele. Fotógrafo, jornalista e ambientalista francês, ele é conhecido mundialmente por suas fotos aéreas do planeta inteiro. Eu conheci seu trabalho há pouco tempo e me apaixonei de cara. Suas fotos são poesia em imagem. Recomendo muito pra qualquer pessoa que tenha o mínimo de bom gosto.
Ele andou por todo a Terra clicando as mais diversas paisagens, sempre de cima. Além de toda a exuberância e riqueza de imagens, seu trabalho ainda nos dá a dimensão de como o planeta é desigual, com tantos lugares extremamente pobres e outros que esbanjam a fortuna que tem, nos mostra como o homem está lentamente (ou não) destruindo seu habitat e nos hipnotiza com suas imagens delirantes, nos impondo uma reflexão do quão diferente somos uns dos outros e o que isso traz de bom e ruim para nós.
Além das fotos, que podem ser vistas e baixadas no seu site, ele também está envolvido com outros projetos como a série documental "Vu du ciel"/"Earth from Above" e o filme "Home" (que pode ser assistido gratuitamente clicando aqui). Eu tenho visto alguns episódios de Earth from Above (passa no Globosat HD e infelizmente é difícil de achar na internet) e tenho adorado. O programa faz uma investigação sem concessões sobre nosso modo de vida. Yann e sua equipe rodaram o mundo todo abordando temas relacionados ao meio-ambiente, focando na informação e educação das pessoas como ferramenta chave para começarmos a construir um planeta mais sustentável. Além dos temas super relevantes, há muita informação interessante, sempre combinada com imagens fabulosas, que nos deixam boquiabertos. No meu caso fico na maioria das vezes mais boquiaberta pelos dados chocantes expostos no programa do que pelas imagens que são incontestavelmente de tirar o fôlego.
Ainda não assisti Home, mas pelo trailer deu pra ver que segue a mesma linha de Earth from Above. Quem não puder assistir este, não deixe de ver aquele. E eu não resisti e resolvi enfeitar o blog...
Bisous!
Ele andou por todo a Terra clicando as mais diversas paisagens, sempre de cima. Além de toda a exuberância e riqueza de imagens, seu trabalho ainda nos dá a dimensão de como o planeta é desigual, com tantos lugares extremamente pobres e outros que esbanjam a fortuna que tem, nos mostra como o homem está lentamente (ou não) destruindo seu habitat e nos hipnotiza com suas imagens delirantes, nos impondo uma reflexão do quão diferente somos uns dos outros e o que isso traz de bom e ruim para nós.
Além das fotos, que podem ser vistas e baixadas no seu site, ele também está envolvido com outros projetos como a série documental "Vu du ciel"/"Earth from Above" e o filme "Home" (que pode ser assistido gratuitamente clicando aqui). Eu tenho visto alguns episódios de Earth from Above (passa no Globosat HD e infelizmente é difícil de achar na internet) e tenho adorado. O programa faz uma investigação sem concessões sobre nosso modo de vida. Yann e sua equipe rodaram o mundo todo abordando temas relacionados ao meio-ambiente, focando na informação e educação das pessoas como ferramenta chave para começarmos a construir um planeta mais sustentável. Além dos temas super relevantes, há muita informação interessante, sempre combinada com imagens fabulosas, que nos deixam boquiabertos. No meu caso fico na maioria das vezes mais boquiaberta pelos dados chocantes expostos no programa do que pelas imagens que são incontestavelmente de tirar o fôlego.
Ainda não assisti Home, mas pelo trailer deu pra ver que segue a mesma linha de Earth from Above. Quem não puder assistir este, não deixe de ver aquele. E eu não resisti e resolvi enfeitar o blog...
Bisous!
not for me
"With 17,5 million inhabitants, the São Paulo metropolitan area is the largest in Brazil. Deep social inequalities are leading to increasingly sharp spatial segregation. Districts wholly inhabited by the rich are turning into cities within the city, protected by security guards, watched by cameras, and surrounded by high walls to keep out the violence and misery that surround them. At the other extreme are the shantytowns (favelas), which were home to 1.1 percent of the population in 1973, increasing to 19.4 percent in 1993. In this new social partitioning, private enclaves are being created within public space. These are the Brazilian equivalent of the “gated communities” of wealthy suburban America. This spatial fragmentation is accompanied by a privatization of the urban environment which ultimately threatens democracy, as democracy cannot function in the absence of public space."
Estava eu navegando no site do Yann Arthus-Bertrand quando me deparei com o texto acima ao clicar numa das fotos que ele tirou em São Paulo. E eu pensei: é isso! Falou tudo! É isso que eu não quero pra mim. Viver em um lugar onde as pessoas precisam se cercar de muros, grades, arames farpados, alarmes, cercas elétricas, seguranças que controlam sua entrada e a de seus amigos na sua própria casa... isso não é vida. Isso é viver em uma prisão, ser refém do medo, refém da violência, isso é não poder ter paz e gozar de liberdade. Isso é o que quero deixar para trás.
É triste pensar que eu não acredito na mudança deste cenário, mas a real é que eu não acredito mesmo. Espero estar errada quanto ao futuro do Brasil e também espero que Deus me ilumine sempre para ter a coragem e capacidade de tomar as decisões certas com relação ao meu próprio futuro. On va voir!!!
Estava eu navegando no site do Yann Arthus-Bertrand quando me deparei com o texto acima ao clicar numa das fotos que ele tirou em São Paulo. E eu pensei: é isso! Falou tudo! É isso que eu não quero pra mim. Viver em um lugar onde as pessoas precisam se cercar de muros, grades, arames farpados, alarmes, cercas elétricas, seguranças que controlam sua entrada e a de seus amigos na sua própria casa... isso não é vida. Isso é viver em uma prisão, ser refém do medo, refém da violência, isso é não poder ter paz e gozar de liberdade. Isso é o que quero deixar para trás.
É triste pensar que eu não acredito na mudança deste cenário, mas a real é que eu não acredito mesmo. Espero estar errada quanto ao futuro do Brasil e também espero que Deus me ilumine sempre para ter a coragem e capacidade de tomar as decisões certas com relação ao meu próprio futuro. On va voir!!!
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