terça-feira, 23 de julho de 2013

C'est l'été: on sort!

Olá leitores que nem devem mais lembrar que este blog existe.
Eu sumi... tava curtindo o verão. Ainda estou e estarei enquanto ele durar.
Não vou falar que tava sem tempo de escrever. Eu tava é com preguiça. Tá certo que tá bem corrido por aqui, mas sempre sobra tempo. E quando sobra tempo eu to na rua curtindo o que a cidade tem pra oferecer. E tem muita coisa. Todo mundo já sabe que Montréal ferve no verão (literalmente também. Semana passada a sensação térmica chegou a 43ºC), mas eu juro que não imaginava o quanto de atividades gratuitas rolam por aqui. Se quiser você pode sair todo dia pra fazer alguma coisa diferente sem pagar nada. E eu, imigrante pobre sem trabalho tenho mais é que aproveitar tudo isso, porque além de ser gratuito ainda por cima é bom. É tudo super organizado, tranquilo, feito para todas as idades e gostos diferentes.

E quanto ao resto: já vai fazer 3 meses e meio que cheguei. To muito satisfeita e feliz com tudo. Tem dias que saio de casa, olho à minha volta e fico pensando "como eu adoro essa cidade". A única coisa chata é que toda vez que penso isso eu sinto uma vontade enorme de mostrar tudo o que Montréal tem de legal pros meus amigos, minha família, mas eles não estão aqui. Ficar longe realmente é o pior de tudo. Aliás, pra mim, a distância dos meus queridos é a única coisa ruim até agora (fora a alta ridícula do dolar que está me matando!!!).

Esse mês eu me mudei pra um apartamento só meu. Não via a hora. Minha coloc era legal mas digamos que o padrão de limpeza dela não era bem aquele que eu gostaria, ou melhor, era nulo, e com o passar do tempo isso foi me incomodando muito. Agora me sinto muito mais livre, morando no meu cantinho e cuidando das coisas do meu jeito. Fui várias vezes na Ikea e graças à ajuda de vários amigos a casa já tá quase no jeito. Ainda falta comprar o sofá e instalar as cortinas, mas nada que esteja me fazendo muito falta neste momento. E depois que eu estiver trabalhando vou ficar mais à vontade pra gastar um extrinha com decoração, que pra mim faz toda a diferença entre uma casa e um lar. Umas plantinhas, uns quadrinhos, vasinhos, mimos desnecessários totalmente necessários.

Minha francisation terminou esse mês e como perdi os prazos pra me inscrever no francês escrito, vou ficar sem estudar até setembro, quando começa o curso de Français d'affaires que quero fazer. A meta agora é procurar emprego. Confesso que não consegui focar 100% ainda mas to chegando lá. Eu meio que abandonei minha conseillère en emploi e ainda não decidi se volto a procurá-la, se vou diretamente no CLE (onde não tive uma boa impressão quando estive lá), ou se procuro um Club de recherche d'emploi. Pra falar a verdade não tenho vontade de nada disso. Queria procurar trabalho sozinha, em casa e pronto. Mas como em casa a preguiça e as distrações falam mais alto, fico pensando que talvez o Club de recherche seja a melhor solução pra mim, ainda que eu saiba que será bem difícil, visto que o método deles não tem nada a ver com o meu perfil de pessoa introvertida. Bom, ainda não resolvi e aceito sugestões.

E pra finalizar, preciso começar a fazer mais exercícios e acabar com essa vida de sedentária. Ainda não comprei a bicicleta que eu pretendia comprar antes de vir pra cá, quando vou ao parque é pra fazer pic-nic e não pra caminhar ou correr e nunca bebi tanta cerveja e tomei tanto sorvete como agora. Aí, já viu onde isso vai parar né!

E pra resumir os eventos em fotos:

Show do Radio Radio no Francofolies

Exposição do Chihuly no MBAM

The Scottish National Jazz Orchestra - JazzFest


A Midsummer Night's Dream - Shakespeare in the park

Montréal Complètement Cirque

Promenade nocturne au Vieux-Port
Bisous!

terça-feira, 11 de junho de 2013

Deux mois au Canada!

Salut!

De volta ao blog para a comemoração dos dois meses de Canadá.
É engraçado como eu sinto que faço menos coisas (produzo menos) aqui do que no Brasil, mas mesmo assim sobra muito menos tempo. Vai entender.

Bom, após dois meses aqui continuo muito contente e satisfeita com meu novo país. Do Brasil eu só sinto falta das pessoas, por enquanto. Talvez daqui um tempo eu sinta falta da mandioca que dava no quintal de casa e é a melhor mandioca do mundo, sinta falta do bolo de brigadeiro que eu comia todo mês, do pastel de quase todo sábado e dos jogos de vôlei da Superliga que eu assistia à noite quando não tinha nada melhor pra fazer (quase sempre). Mas acho que ainda vai demorar um pouco pra essas saudades aparecerem.

Sobre a vida aqui:
Apesar da francização não estar me acrescentando muito eu sinto um progresso diário no meu francês. Converso com o povo da aula, com a coloc, com os vizinhos, com o telemarketing... acho que é a confiança que cresce dia a dia. Semana passada uma québécoise falou que meu francês era ótimo. Fiquei muito feliz, mesmo achando que ela só tava querendo ser boazinha, mas é sempre bom ouvir elogios né.
Lógico que eu não entendo 100% do que o povo fala, ainda mais se for alguém com muito sotaque ou que carrega nas gírias, mas meu franceszinho tá dando pro gasto.
Tenho feito quase tudo em francês desde que cheguei. Só falei inglês aqui duas vezes, no banco, pois achei que era um assunto muito importante e eu não saberia me virar do jeito que queria em francês. Mas isso foi logo que cheguei. Depois foi francês, francês, francês, e português, bien sûr. Muito português.
Mas o mais estranho de tudo é o sentimento que estou tendo quando ando pelo centro e só ouço inglês. Eu começo a me sentir incomodada. Nunca pensei que sentiria isso, mas eu fiquei pensando: "caramba, to em Montréal e só escuto inglês por todos os lados."
E só pra deixar claro, eu sou a favor do bilinguismo. Mas confesso que ando me irritando um pouco quando estou em um ambiente e SÓ escuto inglês. Vai entender!

Tenho conhecido muita gente bacana aqui, a maioria brasileiros, e tentado aproveitar tudo o que a cidade oferece gratuitamente. Os programas pagos estão praticamente proibidos enquanto eu não estiver trabalhando. E olha que mesmo assim falta tempo pra curtir tudo. Todo fim de semana tem sempre algo rolando em algum parque, ou na Place des Festivals ou numa rua qualquer. Ah, e durante a semana também não faltam atividades. Desde que cheguei já fui em quatro museus, tudo de graça, (três foram graças à francização e um foi na Journée des musées montréalais), já vi showzinhos de bandinhas legais na Place des Arts, no Plateau, já peguei filminhos na biblioteca, estou lendo meu quarto livro, quando o tempo ajuda vou ao parque fazer caminhadas, fico paquerando as flores dos jardins alheios, enfim, nunca faltam coisas pra fazer. E se você tiver grana então, o céu é o limite.
Essa semana começa Francofolies, depois tem Festival de Jazz de Montréal, Montréal complètement cirque, e por aí vai. Junho e julho vai ser difícil achar tempo pra dormir!

E por falar em dormir preciso comprar uma cama e todo o resto. Ultimamente estou como uma freak nos sites das lojas aqui, vendo tudo o que quero comprar pra minha casinha nova, que aliás poderá receber visitas em breve. Oba! Oba! Não vejo a hora de me mudar e deixar tudo do meu jeito, num apê limpinho e sem pelos de gato voando por todos os lados.

Quanto ao emprego, confesso que ainda não estou empenhada nisso. Me sinto culpada porque deveria estar procurando emprego de verdade, mas o fato é que não to conseguindo me concentrar nisso agora. Acho que só vou conseguir me empenhar de verdade depois que a francização terminar, daqui um mês. Tive até agora duas reuniões com a conseillère d'emploi mas não to gostando muito não. Ela não me escuta. Ela cismou que eu fazia um trabalho x no Brasil e não consegue parar um minuto pra me ouvir e entender o que eu realmente fazia. Tudo tem que ser totalmente regrado. Você precisa fazer as coisas exatamente do jeito que eles querem, só que eu não funciono assim. Detesto que me digam o que fazer e como fazer se eu não concordo com o que está sendo dito, ou se não existe ao menos uma forma de diálogo entre as partes. Sei que preciso trabalhar isso porque aqui minha vida profissional será muito diferente do que era no Brasil, mas enfim. Acho que o problema está acima de tudo em mim, que ainda não sabe o que quer direito da vida, e a conseillère precisa de objetivos claros para trabalhar, o que torna este processo todo mais difícil. Mas eu já imaginava que seria assim. Preciso de foco. E depois muito empenho e alguma sorte. À suivre...

E pra terminar fiquem com algumas fotinhos desses dois meses de Canadá, mais especificamente Montréal, porque eu ainda não saí da ilha.

Le Village
Belvédère Kondiaronk du Mont-Royal
Praticando francês na rua
Basilique Notre-Dame
Poutine com pepperoni do La Banquise
Calor de mais de 30ºC

À la prochaine mes amis!
Bisous!


sexta-feira, 24 de maio de 2013

Petit a petit

Olá queridos leitores,

A vida aqui anda corrida. Tão corrida que estou bem ausente da blogosfera ultimamente. Não dá tempo.
Mas hoje resolvi separar uma horinha para por o blog em dia. E resolvi fazer tópicos pra ficar mais fácil.

Francisation:
Depois de duas semanas de francisation em tempo integral acho que já posso falar com mais propriedade sobre a aula: acho a aula boa, mas não é para o meu nível. Tudo o que vi até agora (e tudo o que está no programa do curso) eu já aprendi faz tempo. A verdade é que o nível 3 corresponde ao intermediário avançado e eu estou no avançado. Então eu acabo bocejando a aula inteira. Mas resolvi que vou ficar lá até o fim: sempre se aprende algo novo e nesse momento é melhor estudar nem que seja um pouco do que ficar em casa sem fazer nada.
Segundo informação que recebi do MICC eu não posso fazer francês escrito ou os outros cursos de francês especializados, como francês para negócios por exemplo, se não fizer antes o nível 3 do geral.
Não me entendam mal, o curso é bom, só não é o adequado para mim. Acho que pra quem chega com nível básico ou intermediário o curso é excelente. Mas se você já chegou no B2 do DELF, você vai achar a francisation fraca. Por isso, para os que ainda virão e já falam mais ou menos, nem fiquem contando com ela pra melhorar o francês. Procurem uma escola que ofereça um nível avançado ou estudem por conta. Algo que fiz muito no Brasil enquanto esperava e está me ajudando demais aqui é ler e assistir tv quebeca. Acho que ver tv às vezes pode valer mais a pena do que fazer milhões de exercícios. Tudo depende do que você quer aperfeiçoar. O bom da tv é treinar o ouvido e ir se familiarizando com seu novo país.
Só lembrando que essa é a minha experiência. Cada um tem a sua e elas podem ser muito diferentes.

Emploi:
Ainda não comecei de verdade a procurar emprego aqui. Está faltando tempo pra me dedicar a isso. Porque procurar emprego aqui exige muita dedicação. Mas sobre isso falarei mais tarde. Até agora o que posso dizer é que essa semana tive meu primeiro rendez-vous com minha conseillère en emploi, serviço gratuito (parece que dependendo do caso o governo até paga uma ajudinha de custo pro candidato) oferecido por vários órgãos governamentais e centros de ajuda aos imigrantes. Eu estou fazendo no Hirondelle, por recomendação de dois amigos. O primeiro rendez-vous foi mais administrativo mas a partir de agora terei encontros periódicos que espero sejam de grande utilidade para que eu consiga meu primeiro emprego em terras canadenses. À suivre...

STM:
Pra quem não sabe, STM é a companhia responsável pelo transporte público de Montréal. Na verdade eu não sei se o tópico deveria se chamar "STM" ou "Motoristas de ônibus". Só porque no meu penúltimo post eu elogiei os motoristas agora eu tenho que vir aqui falar mal. Estou impressionada com o que ando visto ultimamente: pessoas paradas no ponto esperando o ônibus e o motorista fingindo que não vê e não pára. Já vi isso acontecer três vezes na última semana. E na boa, eu tenho certeza que o motorista viu, porque as pessoas (em cada situação havia uma pessoa sozinha) acenaram, correram atrás do ônibus, gritaram e mesmo assim o motorista não parou, seguiu em frente como se nada estivesse acontecendo. Em dois dos casos alguns passageiros chegaram a falar em voz alta que havia gente no ponto, mas nada...
Além disso, vire a mexe o ônibus simplesmente não passa. Aconteceu comigo duas vezes essa semana.
Já sabia que a STM não é 100% confiável, pois da outra vez que morei em Montréal cansei de ficar esperando ônibus que nunca passou. Mas geralmente eram os ônibus noturnos.
Conclusão: sábia decisão minha de ir morar pertinho do metro, este também que vira e mexe tem suas panes, mas melhor esperar em um lugar fechado do que no meio da rua enquanto faz -20ºC.


E enquanto os dias passam eu vou conhecendo mais gente e mais de Montréal. Mais de seus jardins lindos, seus parques cheios de vida, suas lojinhas descoladas, seus restaurantes gourmets (ou pas), seus eventos gratuitos, seus habitantes estranhos. Cada dia descobrindo um pouquinho mais da minha nova cidade.

Bisous!

terça-feira, 7 de maio de 2013

Uma nova francisation

Conforme eu já tinha escrito neste post, tentei a francisation à temps complet mas devido à demora para o início das aulas (só fim de agosto) acabei me inscrevendo numa outra francisation à temps partiel. Só que o pessoal do Bureau de Francisation não sabia disso e me mandaram, há mais ou menos duas semanas, um email marcando um rendez-vous para uma évaluation linguistique, para que eles pudessem avaliar meu nível para eu começar na próxima turma. A avaliação era hoje. Como eu sabia que as aulas começaram semana passada, desencanei de ir porque imaginei que não ia rolar de começar na sessão de primavera mesmo. Ontem liguei no MICC pra cancelar o rendez-vous, pois achava que como já estava na outra francisation não poderia fazer as duas. Além disso as aulas só começariam no fim de agosto, e até lá eu já quero estar trabalhando e não teria tempo de estudar o dia todo. Ao ligar lá o atendente me disse que a francisation do Centre St-Paul não me impedia de fazer a do MICC (pois eu não fui direcionada para lá pelo MICC, e sim por conta própria) e sendo assim eu resolvi manter o rv. Pensei que na pior das hipóteses se eu não tivesse emprego até agosto, eu ia fazer a francisation integral e melhorar mais meu francês e poderia  ainda contar com a bolsa, coisa que seria de grande valia nesse caso. Pois bem, fui lá no Bureau fazer a avaliação e para minha total surpresa meu avaliador conseguiu uma vaga pra mim, pra começar amanhã, no Cégep du Vieux-Montréal, de 12h30 as 19h. Tempo integral e com bolsa!


Fiquei muito feliz e satisfeita, pois isso era o que eu queria desde o início. E ainda mais depois de ler o relato sobre a francisation do pessoal do Penso, Logo Imigro com ótimas recomendações do curso do CVM.
Depois fiquei pensando que se eu estivesse no Brasil, provavelmente não iria ligar pra desmarcar o rv. Simplesmente não iria aparecer e pronto. Mas aqui eu me empenho mais em fazer tudo certinho. Liguei, fiquei mais de 10 minutos na linha esperando pra conseguir falar com alguém, estava ao ponto de desligar o telefone (só não o fiz pois tinha minutos sobrando) e o atendente fez tantas perguntas e explicou como funciona o sistema que acabei mantendo o rv. Se não tivesse ligado eu não teria ido hoje e amanhã seria outra pessoa começando as aulas no CVM no meu lugar.
Ponto pro MICC.
E um pontinho bem pequenininho pra mim também, que sempre lembrarei dessa estória quando encontrar algum empecilho no meu novo caminho aqui. Um "não" às vezes pode se transformar em um "sim".

Agora deixa eu ir correr no parque aproveitar meu "dia de folga".
Bisous!

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Um novo chez moi


Bonjour people,

Novidade da semana: achei um apartamento e assinei meu bail ontem! Yes!
Desde que cheguei estava preocupada com isto pois resolvi me mudar dia 1º de julho, o dia da mudança, e tava com medo de não achar nenhum lugar decente se eu deixasse pra mais tarde. Depois de dois fins de semana intensos só focados nisso, depois de ver mil anúncios, ligar para uma centena de pessoas e visitar 12 apartamentos, voilá: consegui achar um lugar não muito caro, não muito minúsculo, com aparência decente, pertinho do metro e uns 15 min. de caminhada do parque Olímpico, perto de supermercado, farmácia, banco, dollarama (eba! hehe), numa rua tranquila e com uma proprietária que não encrencou com a minha condição de recém chegada e desempregada.

Agora já posso me tranquilizar e focar na busca de um emprego. Semana passada fiz uma “formação” do MICC chamada Objectif Intégration, que explica de maneira geral como é a vida aqui, mercado de trabalho, algumas leis trabalhistas etc. Mas é uma formação bem generalista e 85% da informação dada eu já sabia. Agora esta semana tenho um rendez-vous com uma conseillère d’emploi e depois pretendo fazer outra formação de três semanas só focada no mercado de trabalho. E daí espero colher os frutos né!

E com relação à francisação, ainda vou esperar mais uma semana pra dizer com mais certeza, mas até agora não está nada bom. Minha classe é na verdade junto com o nível escrito I e II, que teoricamente é mais forte que o nível 6. Mas na prática cada aluno tem um nível diferente (muito diferente) de francês. Tem gente no nível escrito II que ainda não sabe direito a diferença entre PC, Imparfait e PQP. Muitos alunos ainda não tem vocabulário de base. A professora é muito fraca, ela não explica a teoria, só dá uns exercícios e pronto. Quando alguém não sabe uma palavra, ao invés dela dar a definição em francês, ela dá o sinônimo em inglês. Fora que a aula começa às 17h10 mas ela fica esperando (sem fazer nada, sem dar nenhuma atividade) os alunos que chegam mais tarde, então na prática a aula só começa às 18h20. Estou realmente muito decepcionada com as aulas. Espero que melhore nas próximas semanas se não vou acabar desistindo.
 
E fora isso o que mais posso dizer? Montréal está linda linda linda. É a primeira vez na vida que vivo uma
primavera de verdade, apesar das temperaturas estarem mais para verão (tem feito um calorzão e dias mega ensolarados há mais de uma semana). Ver as árvores renascerem é lindo. Quando cheguei estavam todas secas, sem folha alguma, e agora já estão verdinhas, cada dia mais verdes de suas jovens folhas. É muito
lindo presenciar esta mudança na cidade. Estava andando no bairro no fim de semana e vi vários jardins
com suas tulipas já florescidas. Fiquei olhando com a maior cara de boba feliz do mundo. A mesma cara de tonta que eu faço quando olho escrito no ônibus: Go Canadiens Go! E depois quando entro no ônibus e encontro motoristas super simpáticos que trabalham com um sorriso no rosto.
Montréal Montréal, é difícil não gostar de você!

Bisous!